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CARLOS ZATTI - HISTORIADOR DO PARANÁ E RS.

 

ZATTI

https://pt.everybodywiki.com/Carlos_Zatti

 

Por: ANGELA HELENA ZATTI (filha).

Carlos Zatti

Nascimento       08 de julho de 1947

Constantina, Rio Grande do Sul, Brasil

Morte   13 de julho de 2021 (74 anos)

Curitiba, Paraná, Brasil

Residência          Curitiba, Paraná, Brasil

Nacionalidade   Brasil brasileira

Ocupação           agricultor, barbeiro, músico, professor, bancário, ator amador, escritor, historiador, compositor e poeta

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Carlos Zatti (Constantina/RS, 8 de julho de 1947 — Curitiba/PR, 13 de julho de 2021) foi um agricultor, barbeiro, músico, professor, bancário, ator amador, escritor, historiador, compositor e poeta.

 

 Índice

1             Biografia

2             Pesquisas e Contribuições

3             Livros Publicados

3.1          01 - Nas Restevas do Gauchismo

3.2          02 - Sul

3.3          03 - O Paraná e o Paranismo

3.4          04 - O Peleador, um Voluntário da Liberdade

3.5          05 - Cevando Mate nos Campos Gerais

3.6          06 - O Andejo e a Prostituta

3.7          07 - Campeiros do Paraná Tradicional

3.8          08 - A Estrada do Colono

3.9          09 - O Separatista e o Escambau

3.10       10 - Gauchismo – ABC do Iniciante

3.11       11 - Respingos da Guerra dos Farrapos na Comarca de Curitiba

3.12       12 - O Paraná de Bombachas

3.13       13 - Os 20 Fragueiros do Campo do Tenente

3.14       14 - Da História: Rimas Paranistas

3.15       15 - Iguaçu, 1930

3.16       16 - O Maragato

3.17       17 - A História do Sul na Linha do Tempo

3.18       18 - Terra de Muitos Donos

3.19       19 - Bombachas: Coleção Carlos Zatti

3.20       20 - Biriva: Tropeiro Paranaense

3.21       21 - Cronologia do Paraná com as Efemérides de Negrão

3.22       22 - Letras e Partituras

4             Trajetória Musical

5             Filiação a Sociedades Científicas e Associações de Classe

6             Morte

7             Referências

Biografia

Carlos Zatti, filho de João Zatti e de Angelina Scartazzini Zatti, nasceu em Constantina, cidade do interior do Rio Grande do Sul, em 08 de julho de 1947, e faleceu em Curitiba/PR, em 13 de julho de 2021. Ao longo dos seus 74 anos, foi agricultor, barbeiro, músico, professor, bancário, ator amador, escritor, historiador, compositor e poeta. Foi o terceiro em uma família de 08 irmãos: Eléo Zatti, Attos Zatti, Carlos Zatti, Danilo Zatti, Clovis Zatti, Rosa Maria Zatti, Marlene Verônica Zatti e Isabel Lúcia Zatti. Locais de residência: Constantina (Sarandi/ RS) - 1947, Serra do Carneiro/ Trinta e Cinco (Passo Fundo/ RS), São Domingos do Sul (Casca/ RS), Medianeira/ PR - 1969, Foz do Iguaçu/ PR - 1977, São Miguel do Iguaçu/ PR - 1982, Curitiba/ PR - 1985. No dia 17 de abril de 1971, Carlos Zatti casou-se com Ivete Teresinha Gava (06/11/1950), que passou a assinar Ivete Teresinha Zatti. Teve três filhos, Angela Helena Zatti (1974), Evandro Alberto Zatti (1976) e Carla Daiane Zatti (1980) e, até a data de seu falecimento, apenas uma neta, Mayara Thayse Zatti e Cruz (2002)[1]

 

Pesquisas e Contribuições

Carlos Zatti fez parte da última geração de historiadores e pesquisadores que construíram um rico acervo historio-literário sobre a sociedade campeira do Paraná Tradicional como sendo sui generis, formadora da identidade paranaense e irradiadora no sul do Brasil, deixando um importante legado na compilação de documentos históricos e na produção artística e literária. O abandono dos documentos históricos e da literatura paranaense, até então conservada e produzida pela velha vanguarda, não passou despercebido aos olhos atentos do pesquisador Carlos Zatti, dedicando-se exaustivamente na catalogação de documentos pertinentes à História do Paraná e na produção de uma literatura campeira do Paraná Tradicional luso-brasileira, sendo um grande crítico da hegemonia multicultural dos imigrantes e migrantes (MACHADO et al., 2021)[2]

 

Sua pesquisa sobre a Estrada do Colono, por exemplo, amparou o PROJETO DE LEI Nº 984, DE 2019, que altera a Lei nº 9.985, de 18 de julho de 2000, para criar a categoria de Unidade de Conservação denominada Estrada-Parque e institui a Estrada-Parque Caminho do Colono no Parque Nacional do Iguaçu. Carlos Zatti traz dados percentuais da área ocupada pela Estrada do Colono em relação à totalidade do parque, demonstrando o quão diminuta é tal área se comparada com o tamanho do parque e da sua importância social, econômica e turística para o povo paranaense, como cita o autor do Projeto, o deputado Vermelho[3].

 

Carlos Zatti, a partir de suas pesquisas, teve influência na história do Brasil, trazendo à luz não apenas teorias sociais, mas, também e principalmente, descobertas históricas relevantes ao país. Em suas pesquisas, Zatti coloca em dúvida a origem do batismo da erva-mate, cujo nome científico é Ilex paraguariensis, que foi atribuído pelo botânico francês Auguste de Saint-Hilaire, em 1820, quando conheceu a planta pela primeira vez no Paraguai. De acordo com registros, depois de descobrir que era na região do Paraná que a erva crescia, ele diz que deveria tê-la nomeado Ilex brasiliensis.[4]. Fundamentado pelos autores BRAZIL, Maria do Carmo. “O IHGB e a Origem Toponímica do Rio Paraguai”, in Revista do IHGB nº 410: Rio, 2001; FAGUNDES, Glênio Cabral Portela. “Cevando Mate”. Porto Alegre: Querência, 1983; LINHARES, Temístocles. “História Econômica do Mate”. Rio: José Olímpio, 1969; MARTINS, Romário. “Ilex-Mate”. Curitiba: Paranaense, 1926; MONTOYA, Antônio Ruiz de. “Conquista Espiritual...”. Porto Alegre: Martins, 1985, Carlos Zatti insiste que ainda persistem dúvidas sobre em que momento Saint-Hilaire se definiu pela denominação científica “paraguariensis”. Levando-se em consideração que, ao colher cada espécie, já ia identificando cada vegetal ainda em seu habitat, em anotações que fazia e, sempre levava em consideração os acidentes geográficos, interpretando cada qual, mormente na língua indígena e sua etimologia. Certamente ao passar pelo Rio dos Papagaios lhe veio em mente a palavra Paraguaí e seu correspondente latino paraguary, anotando em seus apontamentos como tal, e com o significado coincidente de onde estava, naquele exato momento, colhendo ramos de Ilex: à margem do RIO DOS PAPAGAIOS. Depreende daí a tese de que o biólogo francês ao registrar paraguariensis referiu-se ao Rio dos Papagaios, não ao país guarani. Interpretações posteriores, por ter sido comum dizer-se “erva-do-paraguai”, possivelmente, levaram os autores (incautos) nessa direção, até porque a palavra “Paragua-y” significa “rio dos papagaios”. O historiador Zatti diz que essa não é uma tese conclusiva, apenas supositiva e provocativa a quem queira pesquisar o assunto, e conclui: "Enquanto persistir a dúvida, e até que alguém me prove o contrário, fico com o nosso Rio dos Papagaios como o legítimo radical do termo paraguariensis, dado à nossa genuína erva-mate, como já venho divulgando há algum tempo."

 

Como diretor de pesquisa do IHGPR, Zatti catalogou, em ordem cronológica, todos os documentos (copiados) pertinentes à História do Paraná, dos volumes publicados como “Documentos Interessantes para a História e Costumes de São Paulo”[5], “Documentos Históricos”[6] da Biblioteca Nacional, entre outros. Seu vasto acervo bibliográfico desconstrói a narrativa gaúcha de que os riograndenses teriam formado o Paraná através do Tropeirismo, quando na verdade foi o contrário. No seu livro “O Paraná de Bombachas”, Carlos Zatti contesta a teoria gaúcha sobre a origem da bombacha na Bacia do Prata, evidenciando, com documentos em ordens cronológicas, que pelo menos um século antes os curitibanos já usavam bombachas. Além disso, com seus livros “Respingos da Guerra dos Farrapos na Comarca de Curitiba” e o romance histórico “Os 20 fragueiros do Campo do Tenente”, frutos de exaustiva pesquisa, Zatti deu notoriedade literária a Curitiba como posto imperial avançado contra as tropas farroupilhas e contra os ideais liberais dos paulistas e mineiros, objetivando a emancipação política da Comarca de Curitiba (MACHADO et al., 2021).

 

Em 2010, Carlos Zatti teve um Ensaio publicado na página da Editora Protexto sobre a Literatura Paranaense[7]. Esse ensaio serviu de base para o vestibular da Universidade Estadual do Centro Oeste - UNICENTRO, como tema I da prova de redação, sob o título "Existe uma literatura que identifique o Paraná?"[8]. A instituição questionou e instigou os participantes desse processo seletivo sobre a necessidade de divulgação do Paraná, através dos seus escritores, para que o imaginário popular possa promover os reais valores dessa região do país. O Ensaio foi redigido a partir do livro "O Paraná e o Paranismo", de 2006, obra esta reconhecida como "uma proposta bem documentada, que não se reduz a definir um importante ciclo da nossa economia, mas se propõe a revelar que há nele também um extenso universo cultural e social, que ainda hoje mostra forte presença em amplos segmentos da sociedade paranaense", como cita Rui Cavallin Pinto[9], da Academia Paranaense de Letras.

 

O estudo do vocabulário regional também faz parte das investigações de Carlos Zatti. Em suas obras, o autor explica termos, verbetes, expressões de uso popular regional que, se não houvesse trabalho similar de compilação e registro, se perderiam com o passar do tempo. Inclusive, esse historiador menciona para a repórter Cintia Végas, em uma entrevista cedida ao Jornal Tribuna do Paraná[10], em 2008, que, em seu livro "Cevando mate nos Campos Gerais", entre os termos regionalistas, o autor utiliza um pouco do português arcaico e do português “acaipirado” antigamente falado entre os habitantes do Paraná. Tal livro é tido como o primeiro trabalho literário do Estado que utiliza termos regionais utilizados no passado. O autor complementa, ainda, que o livro pode ser útil principalmente a profissionais e estudantes da área de Letras. Mais tarde, em 2019, lança uma cartilha destinada ao público infanto-juvenil, intitulada "Gauchismo – ABC do Iniciante". Assim, teve sua entrada também da área da Comunicação e Linguística.

 

Para além da contribuição com a comunidade científica na investigação cultural, social, histórica e geográfica, como era músico e compositor, Carlos Zatti também deixou seu aporte artístico quando da composição do Hino do IHGPR - Instituto Histórico e Geográfico do Paraná, tanto a música (partituras)[11], quanto letra [12].

 

Livros Publicados

Carlos Zatti é autor de 22 livros que trazem os resultados de suas pesquisas históricas sobre o sul do Brasil, sob diferentes formas de exposição, que vão desde composições temáticas musicais e poesias, passam por romances históricos e abrangem livros científicos de História, Geografia, Sociologia e outras correlatas nas Ciências Sociais, Humanas, Letras e Artes. Dessa produção, 12 destes estão na Biblioteca do Congresso - Washington D.C., EUA - Library of Congress[13], incluindo a disponibilidade de duas obras em cópia física no acervo daquela instituição.

 

01 - Nas Restevas do Gauchismo

1994 – Histórico/cultural (Ensaios): “Nas Restevas do Gauchismo”;

Introito: Tudo o que se fizer dentro do regionalismo, desde que não seja antagônico nem contrastante, servirá de integração, complemento e confirmação. Foi trilhando este carreiro que chegamos “nas restevas do gauchismo”. Gruanont chamou de “produto fisiológico” à maneira própria de alguém ver, sentir, de pensar e dizer as coisas; mas a verdade é que cada um tem seu estilo, e nós, o nosso “jeitão”. Quantas vezes, querendo encurtar caminhos, pegamos atalhos que deram em tremedais, ou em cercas, obrigando-nos às grandes volteadas, campeando a passagem. Eram obstáculos a rostear solitos, porque nessas andanças os tapejaras não nos fazem costado. Não há tranqueira que detenha a decisão de um taita em seu querer. Passaram e colheram em suas roças. Repassamos e recolhemos. Assim: Cada letra era um grão; cada palavra, uma espiga; cada parágrafo, um eito; cada pesquisa, um repasse; e, cada resteva foi um tema... Foi repasse, e foi reponte: Recolheita de um reculuta em relembranças rinconadas; e que sem requinte e sem relambório, rumeamos os raciocínios deste registro, com rabioscas. São ensaios de relancina, chasqueados num fôlego só, entre uma cuia e outra, como charlas galponeiras de fim de tarde; temas crioulos em ensaios redomões; visões de quem está chegando agora ao meio tradicionalista; redundâncias de novel, críticas aporreadas e novidades arcaicas. Estes são os restos de colheitas que apanhamos e depositamos nesta modesta obra; modesta como são modestas as restevas. (ZATTI, Carlos, 1994, publicado em 1998)[14]

 

02 - Sul

1998 – Histórico/informativo (Ensaios): “Sul”;

FBN nº 165461; livro 276 - Introito: "Sendo um país continental, queira-se ou não, o povo é heterogêneo, onde as pessoas vivem desiguais nas distâncias, nos pensamentos e nos costumes diferentes, nas características onde até a moral é encarada diversamente, em certos aspectos. As leis feitas para uma região não servem, ou não deveriam valer, para outras; não que os princípios do certo e do errado sejam antagônicos, mas pela formação social e psicológica, para não dizer terrantês, de cada querência. A comunicação, com o conceito nacional de “integrar”, nada contribui para o bem dos brasileiros, mas pelo contrário: destrói o regionalismo cultural, base de todos os bons princípios de fraternidade. É praticamente impossível limitar-se aos sucessos da Região Sul, quando se quer abordá-los apartados, pois eles influenciaram o Brasil, assim como hoje sofre da preponderância que vem do lado Norte. Mas ainda se apartam diferenças psicossociais: — ‘Nem todo tradicionalista é maragato, mas todo maragato é tradicionalista’! Campereando pela História, a localizar fatos, apura-se que, com raríssimas exceções, o número de nobres, que no passado chefiaram os diversos gabinetes no Brasil, como figuras de proa, não foram os gaúchos, nem os barrigas-verdes e nem os tinguis. Como tradicionalista é que nesta feita me apresento, dando vaza a mais meia dúzia de escritos, que podem ser rosteados do mesmo modo que uma politomia sulista. Sempre me ufanei em ser sul-brasileiro. E, este ‘Sul’ é um entrevero de Política, História, Psicologia, Sociologia e Tradicionalismo." (ZATTI, Carlos, 1998)[15]

 

03 - O Paraná e o Paranismo

2006 – Histórico/cultural: “O Paraná e o Paranismo”

ISBN 85-00-00003-X - Este livro deu origem ao Ensaio publicado pela Editora Protexto, que foi selecionado e indicado para o Vestibular/2010, da UNICENTRO – Guarapuava. Ainda, este é um dos livros disponíveis em cópia física catalogado na Library of Congress, EUA.; Sinopse: Esse livro discorre sobre assuntos como a os índios da região, povoamento e colonização, a Comarca de Curitiba, pecuária e tropeirismo, o mate e a paisagem paranista. É uma obra que, segundo o autor, veio preencher uma lacuna na literatura Paranaense e que servirá de referência aos professores, e de fonte de consulta para os alunos de História, Sociologia, Literatura, Jornalismo e Geografia, porque em várias situações deparamo-nos com acadêmicos recém-formados que demonstram pouco conhecimento de nossas raízes. Isso não por omissão ou uma vontade dos professores, mas por falta de um material didático, escasso até então.[16]

 

04 - O Peleador, um Voluntário da Liberdade

2008 – Romance Histórico Regionalista Gaúcho: “O Peleador, um Voluntário da Liberdade”;

ISBN 978-85-36272-36-8 - Sinopse: Com aquela idade foi movido a pelear mais uma vez! Era ainda criança quando partiu para a Revolução Farroupilha; amadureceu peleando contra os castelhanos; foi à Guerra do Paraguai, donde retornou após completar 45 anos de idade; e agora, uma nova revolução?!... “O PELEADOR: Um Voluntário da Liberdade” proporciona ao leitor a oportunidade de percorrer fatos verídicos, enquanto se delicia nas aventuras imaginárias da ficção. Neste tempo, mal parado, de decepções e de ilusões arruinadas, este romance vem coadjuvar na resistência da identidade de um povo diferenciado, mas que ainda luta pela liberdade dos diversos Brasis da América Portuguesa (GESUL – Grupo de Estudos Sul-Livre).[17] A primeira edição saiu pela Editora Juruá (Curitiba). Mais tarde, em 2017, esse livro é relançado com ajustes, com novo nome (O Maragato), novo ISBN, pela Editora Clube dos Autores.

 

05 - Cevando Mate nos Campos Gerais

2008 – Romance Histórico Regional Paranista: “Cevando Mate nos Campos Gerais”;

ISBN 978853623810-4 - A segunda edição deste livro, de 2012 pela editora Juruá, coloca na sinopse que é "uma apreciação acurada dos Campos Gerais do Paraná. Contando a vida dos moradores, seus usos e costumes, apresentada de forma interessante, que nos dá ideia da maneira de viver entre meados do século XIX e início do Século XX. Servirá para registrar a vida campeira antes que tudo se acabe. Salvo Melhor Juízo, é o primeiro romance histórico regionalista do Paraná."[18] Essa obra recebeu de Machado et al. (2021) a crítica de que, nesse romance histórico, Zatti usou linguagem acaipirada. Esta linguagem, no entanto, não representa o sotaque dos habitantes dos Campos Gerais. O dialeto dos Campos Gerais é o curitibano, classificado como “curitiense” pelo linguista Francisco Filipak, e que Saint-Hilaire observara ser diferente da língua brasílica pronunciada no resto do Brasil. Ainda, este é um dos livros disponíveis em cópia física catalogado na Library of Congress, EUA.

 

06 - O Andejo e a Prostituta

2010 – Novela Paranaense: “O Andejo e a Prostituta”;

ISBN 978-85-61801-73-1 - Sinopse: “Andanças” constitui um gênero literário. Zatti, com seu estilo próprio, apresenta a saga de um andejo, que muito andou pelos Campos Gerais antes de ir conhecer os “pévermeio”. Ao descer à Capital, conheceu uma prostituta mui especial... O texto está temperado com uma pitadinha regionalista, deixando-o convenientemente ambientado no tempo e no espaço (Anthony Leahy – Editor)[19].

 

07 - Campeiros do Paraná Tradicional

2010 – Esboços Genealógicos: “Campeiros do Paraná Tradicional”;

ISBN 85-0000-000-6 - Elenca nomes e anotações que se referem ao período que corresponde à fundação de Curitiba, 1654, até meados do século 20, aproximadamente. São trazidas ao debate parcelas da história dos campeiros do Paraná tradicional. O autor menciona que a Literatura e os textos históricos nominam, notadamente, latifundiários, políticos, funcionários públicos, tropeiros de tiro longo, oficiais militares, letrados, pioneiros e alguns outros. Mas que a história lembra pouco da 'raia miúda', como os empregados, peões, praças, chacreiros, tropeiros de tiro curto, capatazes e agregados na composição dos Campos de Curitiba, Campos Gerais e, posteriormente, os Campos de Guarapuava e Palmas, que atraíram aventureiros, desbravadores, criadores e tropeiros. Essa pesquisa traz uma listagem de nomes para afirmar que os canteiros paranaenses eram tão gaúchos como os Rio-Grandenses, inclusive com a analogia em que os Campos Gerais se assemelham ao Campos de Cima da Serra, como os Campos de Guarapuava e Palmas podem ser cotejados aos da região missioneira do Rio Grande do Sul. (ZATTI, Carlos, 2010)[20]

 

08 - A Estrada do Colono

2011 – História: “A Estrada do Colono”;

ISBN 85-0000-000-8 - Sinopse: "Estrada do Colono: BR-163. Interditada porque corta o Parque Nacional do Iguaçu. "Pique dos Prestes", depois "Estrada Parque" mas que a sabedoria popular chamou-a de Estrada do Colono. Os colonos entregaram-na ao Governo Federal que a denominou BR-163. Ligava o Sudoeste ao Oeste do Estado do Parana."[21]

 

09 - O Separatista e o Escambau

2012 – Romance: “O Separatista e o Escambau”.

978-85-00000-00-9 - Sinopse: "O penúltimo colono... Idas e vindas por estradas, atalhos e desvios... Rotas que se cruzam e recruzam, vão e vem... Andam, demandam e desandam... Caminhos, ideais, descaminhos, lutas, epopeias... e os cambaus." "[22]

 

10 - Gauchismo – ABC do Iniciante

2012 – Opúsculo – Cartilha da piazada: “Gauchismo – ABC do Iniciante”.

ISBN 978-85-99999-28-8 - Com uma cronologia histórica inicial a fim de contextualizar o leitor, essa cartilha de 80 páginas, categorizada dentro das áreas "Infantil, Jovens e Adolescentes, Linguagem Artística e Disciplinas, Vocabulário", traz palavras do regionalismo gaúcho e conhecimentos campeiros. Foi publicado pela editora Clube dos Autores.[23]

 

11 - Respingos da Guerra dos Farrapos na Comarca de Curitiba

2012 – História: “Respingos da Guerra dos Farrapos na Comarca de Curitiba”

ISBN 85-0000-011-X - Esse livro foi publicado pelo Instituto Histórico e Geográfico do Paraná.[24] Devido à publicação desse livro, Zatti foi entrevistado por Zélia Sell no programa Nossa História da TV Paraná Turismo, que abordou o tema República e Revolução Farroupilha em 15 de novembro de 2015.[25][26]

 

12 - O Paraná de Bombachas

2013 – Histórico/cultural: “O Paraná de Bombachas”;

ISBN 978-85-67319-00-1 - Os temas abordados nessa obra são: Bombachas curitibanas, Tropeirismo, Paranismo, Tradicionalismo, Cultura e História, Afirmação paranista, Paisagem paranaense, Regionalismo, Nativismo, Localismo, Telurismo, Civismo.[27]

 

13 - Os 20 Fragueiros do Campo do Tenente

2014 – Romance Histórico: “Os 20 Fragueiros do Campo do Tenente”;

ISBN 978-85-67319-02-5 - Sinopse: "Em 1835, na vizinha Província do Rio Grande de São Pedro do Sul, teve início a Revolução Farroupilha, que, como “Guerra dos Farrapos”, alcançou a Comarca de Curitiba (de São Paulo), em 1838. Voluntários desta, foram combater os revoltosos daquela. Resgata-se, assim, “Os 20 Fragueiros do Campo do Tenente”, esquecidos e proscritos no anonimato, mesmo que lembrados por um historiador como “os mais valentes e destemidos peleadores da Comarca de Curitiba, em todos os tempos”. Este romance histórico relata um período de vinte anos, onde o fascinante não é descobrir como tudo vai terminar. O fascínio está em saber como transcorreu aquele tempo, numa região ainda pouco povoada, mas de gente com sentimentos, que acreditava na independência de sua Comarca."[28]

 

14 - Da História: Rimas Paranistas

2015 – Histórico/cultural: “Da História: Rimas Paranistas”;

ISBN 978-85-67319-03-2 - O livro traz versos paranistas. Seu mérito está na forma diferente dos livros de história tradicionais, pois nesta obra, a história do Paraná é contada a partir de versos e estrofes, enfatizando, juntamente com a cronologia histórica e os municípios paranaenses, a cultura e os costumes típicos dos Tinguis. "Paraná de nossa gente, Nossos campos, nossas matas, Nossos rios têm cascatas, Nossas ilhas são de mel, Nossas roças o farnel, Nossos cantos são sonatas." Foi publicado pela editora Clube dos Autores.[29]

 

15 - Iguaçu, 1930

2016 – Romance: “Iguaçu, 1930”;

ISBN 978-85-67319-04-9 - Sinopse: "Enquanto a primavera se instalava na vila Iguaçu, os campos renasciam para a vida e se livrava do frio persistente do inverno. As plantas brotavam e os anus voavam de moita em moita, emitindo seus pios... 16 horas do dia 16: Silvam as locomotivas. Foguetes sobem ao ar. Bombas estouram por todos os lados das cidades gêmeas. Aproxima-se o comboio férreo. Todos procuram abrir caminho para conhecer o Chefe da Revolução. Eram os trilhos que delimitavam as duas cidades gêmeas, mas naquele momento, aquela baita coisa enorme e comprida, verdadeiramente separou as duas cidadezinhas..."[30]

 

16 - O Maragato

2017 – Romance Histórico: “O Maragato”;

ISBN 978-85-000-0014-4 - O livro, tangendo às áreas de Geografia e História, conta a trajetória de um personagem - Benito - em batalha. "Com aquela idade foi movido a pelear mais uma vez! Era ainda criança quando partiu para a Revolução Farroupilha; amadureceu peleando contra os castelhanos; foi à Guerra do Paraguai, d’onde retornou após completar 45 anos de idade; e agora, uma nova revolução ?!... — “Que leve a breca!” Era o seu dever — o patrão não precisava ir; ele, Benito, saberia representar a estância perante os chefes da revolta ...", cita a sinopse da editora Clube dos Autores[31] Esse é um relançamento da obra O Peleador, um Voluntário da Liberdade, lançado em 2008 pela Editora Juruá.

 

17 - A História do Sul na Linha do Tempo

2017 – Ciência Política, História e Geografia: “A História do Sul na Linha do Tempo”;

ISBN 978-85-67319-05-6 - Sinopse: "SUL, querência da erva-mate e do pinheiro, do campo e do faxinal, da neve e da geada, da Lapa e de Bagé, do Iguaçu e do Uruguai, do barreado e do chimarrão, de Guairacá e Sepé Tiaraju, do tingui, do gaúcho e do barriga-verde, do Itaimbezinho, do Rio do Rastro e do Guartelá, da avanera e do bugio, do fandango, das bombachas e do minuano, do pé-vermelho e do pampeano, do semeador e do tropeiro biriva, do serrano e do laçador, do vinhateiro e do colono, de Bento, Anita e Paula Gomes... mesma gente, na mesma terra, amante da liberdade, trabalhando para o porvir."[32]

 

18 - Terra de Muitos Donos

2019 – Romance Histórico: “Terra de Muitos Donos”

ISBN 978-85-67319-08-7 - Sinopse: O Paraná, mais que sua riqueza comercial, tem sua História... a História do tingui, do tropeiro biriva (campeiro tal qual o gaúcho pampeano), que não derrubou mato e pouco plantou. Esta empreita coube aos paulistas e mineiros no Norte e Noroeste, enquanto os gaúchos se encarregaram de ocupar o Oeste e o Sudoeste (1930—1970). Destes últimos, o pano de fundo de uma histórica luta por uma terra de muitos donos.[33]

 

19 - Bombachas: Coleção Carlos Zatti

2020 – Coleção de imagens do uso das bombachas no Paraná: “Bombachas: Coleção Carlos Zatti”;

ISBN 85-00000-19-X - A coleção de imagens, criteriosamente pesquisada e coletada para esta exposição, colocada em ordem cronológica (dentro do que foi possível), tem o intuito de mostrar o quanto essa peça do vestuário Campeiro - a bombacha - foi usada na terra dos pinheirais por fazendeiros e tropeiros, desde os tempos coloniais e, com a influência tradicionalista, persiste como traje típico. São mais de 300 imagens, sendo aproximadamente 200 fotografias anteriores ao Movimento Tradicionalista Gaúcho, 50 sob a influência dos CTGs, e mais 50 imagens - pinturas desenhos e fotos - correlatas.[34]

 

20 - Biriva: Tropeiro Paranaense

2020 – História: “Biriva: Tropeiro Paranaense”;

ISBN 978-65-990046-0-5 - Esta obra traz uma pesquisa histórica sobre os habitantes dos Campos Gerais de Cima da Serra no Rio Grande do Sul, os birivas. O tropeiro biriva é uma profissão: o que tange a tropas de mulas soltas, xucras dos Pampas para Sorocaba, e a pesquisa proposta se refere a essa tropa xucra, definindo um tropeirismo específico e cultural que diz respeito ao Paraná, oriundo da Comarca de Curitiba. Existiam cargueiros também, como em todo mundo, mas o biriva é o tropeiro Paranaense e o tropeirismo biriva foi uma economia subsidiária, que sustentou as atividades principais. Publicado pela editora Clube dos Autores.[35]

 

21 - Cronologia do Paraná com as Efemérides de Negrão

2021 – História: “Cronologia do Paraná com as Efemérides de Negrão”;

Sinpose: "A História do Paraná na linha do tempo, baseada nas 'Efemérides Paranaenses' de Francisco Negrão, em revisão e ampliação de dados, até a atualidade: Todos os fatos históricos, cronologicamente dispostos." Esse livro foi publicado pelo Instituto Histórico e Geográfico do Paraná e disponibilizado pela editora Clube dos Autores.[36]

 

22 - Letras e Partituras

2021 – Música: “Letras e Partituras”

ISBN 85-00-00021-X - Citando o ditado popular de que "quem canta, seus males espanta", Carlos Zatti instiga que "quem compõe, seus 'males' expõe". Lançado pela Editora Clube dos Autores.[37] Este último livro chegou da editora para revisão dois dias após a entrada do Carlos Zatti na UTI. Ele estava esperando ansioso, mas acabou não vendo essa sua última obra.

 

Trajetória Musical

Músico, compositor e poeta, suas primeiras composições musicais datam de 1967, todavia a grande maioria venha a partir de 1980. O principal instrumento tocado ao longo de suas composições e apresentações musicais foi o violão, contudo, Carlos Zatti também tocava harmônica, piano, e outros instrumentos. Em 1991 gravou um LP chamado "Gauchismo é assim", fabricado pela BMG Ariola Discos Ltda. Carlos Zatti esteve compondo letras e músicas até o ano de seu falecimento. São 143 obras que foram compiladas no último livro publicado pelo autor em 2021, sob o ISBN de número 85-00-00021-X, com 236 páginas.

 

Filiação a Sociedades Científicas e Associações de Classe

1968 – Registro na OMB – Ordem dos Músicos do Brasil;

1974 – AB - Associação Banestado;

1987 – Inscrição na SOCINPRO;

1993 – CTG Porteira Aberta, 1ª RT – MTG-PR;

1997 – ACPAI – Associação Cultural Paranaense de Autores independentes;

2000 – GESUL – Grupo de Estudos Sul Livre; “O Movimento O Sul é o Meu País comunica o falecimento do Compatriota CARLOS ZATTI, membro fundador desta instituição no estado Paraná. Seu passamento aconteceu na manhã deste dia 13/07/2021, por complicações Cardiovasculares no Hospital São Lucas de Curitiba.”[38])

2000 – AFAB – Associação dos Funcionários Aposentados do Banestado;

2002 – UBE – União Brasileira de Escritores - Seção Paraná;

2004 – IHGPR – Instituto Histórico e Geográfico do Paraná[39]);

2015 – IHGRS – Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Sul;

Morte

Carlos Zatti morreu por embolia pulmonar pós-operatória de cirurgia cardíaca, às 6h52min do dia 13 de julho de 2021[40], uma terça-feira, cinco dias após seu aniversário de 74 anos. Estava internado desde o dia 14 de junho de 2021 no Hospital São Lucas, em Curitiba. Em 24 de junho de 2021, passou por cirurgia cardíaca para troca de válvula. Teve complicações pulmonares e renais que o levaram à UTI, onde esteve nos seus últimos 10 dias de vida.

 

Referências

 ZATTI, Carlos. Letras e Partituras. Curriculum Vitae, Outras Informações. Curitiba: Clube dos Autores, 2021

 «MACHADO et al. O Legado de Carlos Zatti. Boletim nº 9 (ago/2021). MACHADO, Alison Henrique; BINDER, Arthur Leite; BARROS, Flagner; SIQUEIRA, Marcelo. Curitiba: Estante dos Curitibanos, 2021»

 «CÂMARA DOS DEPUTADOS. Projeto de Lei Nº 984, de 2019. Comissão de Viação e Transportes. Altera a Lei nº 9.985, de 18 de julho de 2000, para criar a categoria de Unidade de Conservação denominada Estrada-Parque e institui a Estrada-Parque Caminho do Colono no Parque Nacional do Iguaçu. 2019»

 Erva-mate, o ouro verde do Paraná Jornal Gazeta do Povo

 «INSTITUTO HISTÓRICO E GEOGRÁFICO DO PARANÁ - IHGPR. Documentos. Documentos Interessantes. Curitiba, IHGPR, 2006»

 «INSTITUTO HISTÓRICO E GEOGRÁFICO DO PARANÁ - IHGPR. Documentos. Documentos Históricos. Curitiba, IHGPR, 2007»

 «EDITORA PROTEXTO. Literatura Paranaense - Provocações. 2010?»

 «UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CENTRO OESTE - UNICENTRO. Processo Seletivo 2010.2 - Unicentro Primavera, Temas de Redação - Tema I.» (PDF)

 «P. Rui Cavallin. O Paraná e o paranismo. Curitiba, Academia Paranaense de Letras»

 «VÉGAS, Cintia. Um registro importante da história do Paraná. Jornal Tribuna do Paraná on-line, 05 nov. 2008.»

 «INSTITUTO HISTÓRICO E GEOGRÁFICO DO PARANÁ - IHGPR. Hino do IHGPR. Autor da Música: Carlos Zatti. Curitiba, IHGPR» (PDF)

 «INSTITUTO HISTÓRICO E GEOGRÁFICO DO PARANÁ - IHGPR. Hino do IHGPR. Autor da Letra: Carlos Zatti. Curitiba, IHGPR»

 «LIBRARY OF CONGRESS. Biblioteca do Congresso. Obras de Carlos Zatti. Washington D.C., EUA»

 ZATTI, Carlos. Nas Restevas do Gauchismo. Curitiba: Gráfica e Editora Núcleo, 1998.

 «ZATTI, Carlos. O Paraná e o Paranismo. Curitiba: Clube dos Autores, 2006.»

 «ZATTI, Carlos. O Paraná e o Paranismo. Curitiba: Clube dos Autores, 2006.»

 «GESUL – Grupo de Estudos Sul-Livre. O Peleador, um Voluntário da Liberdade. Curitiba: Juruá, 2008.»

 «JURUÁ. Cevando Mate nos Campos Gerais. Curitiba: Juruá, 2008.»

 «LEAHY, Anthony. Sinopse: O Andejo e a Prostituta. Curitiba: Juruá, 2010.»

 «ZATTI, Carlos. Campeiros do Paraná Tradicional. Curitiba: Clube dos Autores, 2010.»

 «CLUBE DOS AUTORES. Sinopse: A Estrada do Colono. Curitiba: Clube dos Autores, 2011.»

 «CLUBE DOS AUTORES. Sinopse: O Separatista e o Escambau. Curitiba: Clube dos Autores, 2012.»

 «ZATTI, Carlos. Gauchismo: ABC do Iniciante. Curitiba: Clube dos Autores, 2012.»

 «ZATTI, Carlos. Respingos da Guerra dos Farrapos na Comarca de Curitiba. Curitiba: IHGPR, 2012.»

 «TV PARANÁ TURISMO. República e Revolução Farroupilha no Nossa História deste domingo. Curitiba: 2015.»

 «TV PARANÁ TURISMO. Nossa História – A República e os Farrapos no Paraná. Lages: 2015.»

 «ZATTI, Carlos. O Paraná de Bombachas. Curitiba: Clube dos Autores, 2013.»

 «ZATTI, Carlos. O Paraná de Bombachas. Curitiba: Clube dos Autores, 2013.»

 «ZATTI, Carlos. Da História: Rimas Paranista. Curitiba: Clube dos Autores, 2015.»

 «ZATTI, Carlos. Iguaçu, 1930. Curitiba: Clube dos Autores, 2016.»

 «CLUBE DOS AUTORES. Sinopse: O Maragato. Curitiba: Clube dos Autores, 2012.»

 «CLUBE DOS AUTORES. Sinopse: A História do Sul na Linha do Tempo. Curitiba: Clube dos Autores, 2017.»

 «CLUBE DOS AUTORES. Sinopse: Terra de Muitos Donos. Curitiba: Clube dos Autores, 2019.»

 «ZATTI, Carlos. Bombachas: Coleção Carlos Zatti. Curitiba: Clube dos Autores, 2020.»

 «ZATTI, Carlos. Biriva: Tropeiro Paranaense. Curitiba: Clube dos Autores, 2020.»

 «ZATTI, Carlos. Cronologia do Paraná com as Efemérides de Negrão. Curitiba: IHGPR, 2021.»

 «ZATTI, Carlos. Letras e Partituras. Curitiba: Clube dos Autores, 2021.»

 [1]

 [2]

 [3]

 

CULTURA - COSTUMES

 

Uma breve apresentação:

Sou do interior de São Paulo (região de Ribeirão Preto), cidade de Morro Agudo-SP. Meu pai era paranaense (Norte Velho – COLÔNIA MINEIRA).

Desde seus 14 anos, fugiu de casa e foi criança de rua. Depois que foi servir o exército, virou cantor sertanejo de rádio (PRB2- CURITIBA) em 1950, além de circense. Quando minha mãe mandou uma carta para ele, lá do interior de São Paulo (era transmitido para todo o Brasil).

Fomos de família “paupérrima”, quando meu pai se mandou para o interior de São Paulo para se casar com minha mãe.

Começou a estudar por conta, fez um curso para Pastor em Patrocínio – MG. Daí (como na infância dele), começamos a nos mudar quase que todos os anos. Por isto conheço todas as regiões do Brasil. Vale reforçar: CONHEÇO, é diferente de fazer turismo em um lugar. Além disto, como auditor de um banco estatal, viajei por 10 anos pelo Brasil.

Meu pai foi pastor e professor de Inglês. Teve quarenta obras publicadas por grandes editoras (livros didáticos e paradidáticos). Sobre meu pai, sugiro procurarem os livros na NET: ILHA DAS COBRAS e CARTINHA COR DE ROSA.

Bom, voltando a falar de mim, filho do meio, rebelde desde pequeno. Odiava a escola (apesar de ter pai professor), tanto que no sul de Goiás, fui expulso das únicas três escolas da cidade. Daí, segundo o COSTUME goiano, fui chamado de “CUSTOSO”.

Apenas para dizer que na minha biografia, faço questão de apontar: TÍTULOS.... NENHUM....rsrsr

O fato de eu não gostar de escola ou de não ter feito curso superior (aliás, eu fiz faculdade, uma semana.... rsrsrsr), não quer dizer que não estudo e não pesquiso. É da minha personalidade, “SER SEM TER” .... rsrsrs. Um papel na parede não representa nada para mim.

Além de não expert na língua, sou adepto de .... ENTENDEU? Sou pela COMUNICAÇÃO, a linguagem erudita é restrita. É importante, certamente, mas o mais importante é a COMUNICAÇÃO. Então...... O que eu escrevo, não releio......rsrsrsr. Não penso, assim fosse, não escreveria. Tem uma história do grande Abraham Lincoln, que escreveu uma carta para um seu general. Não enviou logo a seguir. Todos os dias dava uma lida e ia suprimindo, até que resolveu não enviar.... rsrsrs

Apesar de usar redes sociais (youtube, Blog, Instagran, FB...), não faço para ter MUITOS SEGUIDORES, ou para ter rendimentos. Achei uma maneira de escrever o que penso, sem publicar em livros (principalmente em Blog, podemos corrigir, suprimir e acrescentar, sem precisar de REEDITAR....rsrsr.

Quem me segue, fico feliz. Não com a quantidade, mas com a qualidade de seguidores. Acho que as “plataformas” não gostam muito de mim, em função disto.... rsrsr

 

Agora, com meus 67 anos (até dezembro 2021), continuo sendo o que sempre fui...rsrsrrs. Sou Roqueiro, Motociclista, estudioso da história, genealogia e armorial, sarcástico, encrenqueiro, LOUCO.....

Apenas, uma breve apresentação para eu entrar no assunto CULTURA (COSTUMES).

Assisti uma LIVE do JORNAL DO MATE PARANAENSE (24/07/2021), apensar de estar voltada (intitulada) como biografia do meu amigo/irmão CARLOS ZATTI, falou-se muito da cultura do SUL. Foi muito bom, aprendemos com o “contraditório” ...rsrsrs. Segundo minha ótica, aquele que diz amém a tudo, não acrescenta nada...

Segundo minha opinião, falando de cultura de um povo (COSTUMES), eu digo que depende muito de três fatores: REGIÃO – CLIMA e IDEOLOGIA. Vou apenas dar dois exemplos (de muitos). Os italianos que ficaram em São Paulo e demais regiões do Brasil acima, vieram do mesmo local dos italianos (VENETO) que vieram para o SUL do Brasil. Os de São Paulo, além do clima, vieram substituir o escravo AFRO, depois da abolição, a mão de obra dos Afros ficou inviável aos fazendeiros. Contam que setenta italianos custavam por um AFRO. Os fazendeiros iam até Santos, sabendo da imigração italiana, levavam famílias para o interior de São Paulo (foram até para o Nordeste). Comparando com italianos que vieram para o SUL, eles ganharam terras, além do clima ser totalmente diferente.

Também, como exemplo, como pode uma cultura (costumes) de milênio, como os Alemães, em poucas décadas, com a separação até por MURO (Muro de Berlin), ser degradada? Influência IDEOLÓGICA...

 

Observando a história antiga, os povos tiveram seus ciclos (em função da região), como o do METAL, DA AGRICULTURA e CAÇA. Da caça, OS GUERREIROS CHAMADOS DE “BÁRBAROS”.

A região tem ligação com o clima. Por exemplo, Curitiba-PR, tem um clima atípico, em função da Serra do Mar e dos CAMPOS GERAIS. Estamos em um “buraco” ...rsrsrsr.

Além disto, tenho problemas insônia (distúrbio do sono). Depois de muitos anos, descobri com um médico que tem muita relação com o CLIMA. A SEROTONINA (QUE TAMBÉM REGULA O HUMOR) é abundando com o sol, coisa que quase não vemos aqui em Curitiba-PR, até mesmo o frio do Sul. Por isto, muitos querem atribuir aos Europeus e Curitibanos, um povo fechado. Óbvio, sem sol, baixamos a cabeça e nos isolamos (sem falar que a falta de sol afeta o humor). Com o sol, é um outro povo (muita serotonina), mais alegre. Viu como até os hormônios (serotonina) influenciam em nossas vidas (e costumes.... rssrsrs).

 

Bom, acredito que tenha dado minha opinião sobre cultura (costumes). Não vou entrar no mérito de DNA. Daí a coisa complica. Não saberia explicar ou me expressar. Sou adepto da LÓGICA (mais do que a ciência ESCRITA...rsrsr).

Apesar de termos apenas três troncos de DNA (dos últimos cinco ou seis mil anos), o DNA deles, também vieram de seus ancestrais. Para não ir mais longe, ficamos com os três filhos de NOÉ. Cada um com sua característica, e isto HERDAMOS DELES (também). Graças a eles (segundo o Livro Sagrado), a terra foi dividida para os três. Normalmente, quem tem percentual grande de europeu, são filhos de MESAQUE – JAFÉ (pai e filho).

Também acredito na MEMÓRIA GENÉTICA.

 

Então, segundo minha visão, falar em cultura, é um lapso de tempo muito pequeno. No máximo, três gerações (quando imigraram para outras regiões/países).

 

Definição de CULTURA (na net): Cultura significa todo aquele complexo que inclui o conhecimento, a arte, as crenças, a lei, a moral, os costumes e todos os hábitos e aptidões adquiridos pelo ser humano não somente em família, como também por fazer parte de uma sociedade da qual é membro.

 

Cultura também é definida em ciências sociais como um conjunto de ideias, comportamentos, símbolos e práticas sociais, aprendidos de geração em geração através da vida em sociedade.


Tem um outro fator que influenciou em muito na cultura dos povos (além daqueles que falei de gerações, clima, etc). Com o advento da TV e depois da NET, o mundo ficou PEQUENO....rsrsrs Não acha? Cultura globalizada. Podemos observar isto HOJE, na Coréia do Norte, Cuba e China (net proibida e determinados filmes).

 

 

MAGO MERLIN O OBSCURO SEIXAS (Vulgo Moacyr).

 

26/07/2021

 

 


"Eu era um fracasso na escola. A escola não me dizia nada do que eu queria saber. Tudo o que aprendia era nos livros, em casa ou na rua. Repeti cinco vezes a segunda série do ginásio. Nunca aprendi nada na escola. Minto. Aprendi a odiá-la” (Raul Seixas).

GHANDI

“A instrução deve ser um dos muitos meios para o desenvolvimento intelectual, mas tivemos no passado gigantes intelectuais iletrados.”

“Saber ler e escrever não é o fim da educação, sequer o início.”

SUMÉRIOS, VIKINGS e TEMPLÁRIOS.

 






SUMÉRIOS, VIKINGS e TEMPLÁRIOS.

 

 

 

https://www.hipercultura.com/invencoes-dos-sumerios-que-fazem-parte-do-nosso-dia-a-dia/

 

Os sumérios foram um dos povos mais antigos de que se tem notícia. Habitantes da região sul da Mesopotâmia (onde hoje se localizam o Iraque e o Kuwait), sua civilização prosperou entre os anos 4100 e 1175 a.C.

 

1.    Os sumérios inventaram a escrita

2.     O primeiro sistema de leis é sumério

3. O primeiro sistema de contagem do tempo também é sumério

4     – As primeiras escolas datam de 3000 a.C.!

5. Os sumérios inventaram a Assembleia Legislativa

6. Os sumérios inventaram o primeiro manual de medicina

 

7. Os sumérios inventaram a irrigação

 

8. Os primeiros veículos com rodas foram fabricados pelos sumérios

 

9. Bem antes da Bíblia, eles já contavam o mito do Grande Dilúvio

 

10. A primeira cidade do mundo

 

 

Referências

KRAMER, Samuel Noah. History Begins at Sumer Thirty­ - Nine Firsts in Recorded History. Filadélfia: University of Pennsylvania Press, 1981.

 

KRAMER, Samuel Noah. The Sumerians - Their History, Culture and Character. Chicago: The University of Chicago Press, 1963.

 

Acient History Enciclopedia. "The Ancient City"

 

https://pt.wikipedia.org/wiki/Sum%C3%A9ria

 

 

 

Tecnologia

 

Exemplos da tecnologia suméria incluem: serras, couro, cinzéis, martelos, braçadeiras, brocas, pregos, alfinetes, anéis, enxadas, machados, facas, lanças, flechas, espadas, cola, adagas, odres de água, caixas, arreios, barcos, armaduras, aljaves, bainhas, botas, sandálias e arpões. (em negrito, alguns objetos usados pelos Vikings, milênios depois)

 

Os sumérios possuíam três tipos de barco: os barcos de pele, feitos a partir de cana e peles de animais; os barcos a vela, caracterizados por serem feitos com betume, sendo à prova d'água; os barcos a remo (com remos feitos de madeira), às vezes usados para subir a correnteza, sendo puxados a partir de ambas as margens do rio por pessoas e animais.

 

OPINIÃO MOACYR

Segundo minhas pesquisas e o resultado de exame de DNA, faço a pergunta (para não incorrer no mesmo risco da “história mentirosa escrita”), já ouvi ou li em algum lugar em algum tempo (rsrsrsrs), que o Jardim do Éden, possa ter sido exatamente na região da MESOPOTÂMIA.

Independente disto, certo ou errado, a história escrita (ver fontes acima), diz que eles surgiram como primeira civilização conhecida, historiadores modernos sugeriram que a Suméria foi estabelecida permanentemente entre c. 5 500 e 4 000 a.C.


Uma cidade mais antigas dos sumérios, foi a cidade de Ur. Também uma das maiores. Existem evidências arqueológicas.  Como já escrito, na Mesopotâmia (rios Tigre e Eufrates), hoje Iraque. Ali nasceu Abraão, depois foi para Canaã. Acredito que deu origem aos SEMITAS. Lembrando que deriva do filho de NOÉ, o SEM.

Naquela “confusão”, antes da colonização do mundo velho, os descendentes de Noé, conviviam na mesma região.

Também acredito que os egípcios (antigo Egito), tenha originado do povo de UR (sumérios).

Do mundo antigo, primeiro foi a Grécia, depois Roma (753 a.C.). Roma foi uma junção de povos, também de Gregos. Isto já na imigração dos filhos de Noé. A parte da Europa, incluindo ROMA/ITÁLIA, descendentes de JAFÉ e seu filho MESAQUE. Aos poucos, povoando toda Europa, incluindo o Leste da Europa (Rússia).

 

Na divisão de terras entre os filhos de Noé, não existia delimitação geográfica que entendemos hoje, por isto, em cada região poderiam existir descendentes de filhos diferentes de NOÉ.

Na cronologia, a China veio depois da Grécia e Roma. Territórios enormes, considerando a RÚSSIA com CHINA (limítrofes).

 

Mais recente do MUNDO ANTIGO, os países germânicos e países baixos, ou germânicos Ocidentais (incluindo aqui Inglaterra). Também a Europa Latina (parte Itália, Portugal, Espanha, etc.).


Mais uma vez, confrontando com meu resultado de exame de DNA da FAMILYTREE, cronologicamente, derivado do DILÚVIO, por isto, referências apontadas acima, dizem que eles sabiam do dilúvio antes da escrita na Bíblia.

Seguramente (s.m.j.), originados de um dos filhos de NOÉ.


Conforme diz os estudos da FAMILYTREE (https://www.familytree.com/ ), sobre meu DNA, a chance de encontramos parentes de sangue (DNA) no mundo, é muito grande. Reforçando minhas argumentações, quem acredita na Bíblia, a terra foi repovoada a partir de NOÉ, dívida para seus três filhos. SEM, CAM e JAFÉ.

Quer queira ou não, também sou criacionista, tem muita semelhança de povos diferentes, dado a origem. Como teimo em dizer, as coisas mudam, mas o SER HUMANO, sempre foi e sempre será o mesmo, desde sua criação. Então não é difícil fazer uma análise perceptiva dos acontecimentos.

 

Sobre os SUMÉRIOS, o que me chama a atenção, é a semelhança de procedimentos e “invenções”, com outros povos, em especial os VIKINGS. No caso dos Vikings, a semelhança no conhecimento da navegação (os barcos eram parecidos, isto, quase cinco mil anos depois), construções etc.

 

OS SUMÉRIOS, são filhos de CAM, segundo estudos da FT (FamilyTree), os europeus, filhos de JAFÉ – MESAQUE. Origem dos VIKINGS.

Voltando ainda “nas semelhanças” (quero que alguém me prove ao contrário, estou fazendo uma analogia, provem que estou errado), os SUMÉRIOS estiveram (como os Vikings e Templários) na América do Sul. Existem vestígios arqueológicos que provam isto (*). Quero que alguém me diga o contrário, que o CAMINHO DE PEABIRU (América do Sul), não foi feito pelos SUMÉRIOS. A arqueologia comprova até que a linguagem Tupi/Guarani, tem semelhança com a língua suméria. Os indígenas, conforme fontes, falam sobre os SUMÉ (de sumérios?), criadores do CAMINHO DE PEABIRU. Já a igreja romana, fala sobre caminhos de São Tomé. Ora, a igreja romana conheceu a história dos sumérios, muito recente (comparado com o tempo), questão de três ou quatro séculos passados.

(*) FONTE: Arqueologia prova que Presença dos Sumérios na América do Sul = https://thoth3126.com.br/arqueologia-prova-que-presenca-dos-sumerios-na-america-do-sul-aconteceu/

Referências:

 

CHILDRESS, D. H. Tecnologia ancestral no Peru e Bolívia: 1. ed. Tietê: Anunaki, 2015

PIERRE, A. Enigmas: a história secreta da humanidade: 1. ed. Tietê: Anunaki, 2015

PIERRE, A. Sumérios na América. Revista Enigmas, Piracicaba, 7 ed., 26-43 , 05/19

WINTERS, C. W. Ancient Scripts in South America: The Sumerians in South America: 1. ed. EUA: CreateSpace Independent Publishing Platform, 2015

UCLA – Disponível em: <https://cdli.ucla.edu/search/search_results.php?SearchMode=Text&TextSearch=&PrimaryPublication=&order=PrimaryPublication&Author=&PublicationDate=&SecondaryPublication=&Collection=&AccessionNumber=&MuseumNumber=&Provenience=&ExcavationNumber=&Period=old+bab&DatesReferenced=&ObjectID=&ATFSource=&CatalogueSource=&TranslationSource=&ObjectType=&ObjectRemarks=&Material=&SealID=&Language=&Genre=royal&SubGenre=&requestFrom=Search>. Acesso em: 23 maio 2019.

RIVERSIDE – Disponível em: <http://www.faculty.ucr.edu/~legneref/archeol/archeol.ind.htm>. Acesso em: 23 maio 2019.

CAMINHO DE PEABIRU

https://conteudo.solutudo.com.br/botucatu/rota-do-peabiru-para-encantar-a-historia-de-voces/

 

 

WIKIPEDIA – Disponível em: <https://es.wikipedia.org/wiki/Fuente_Magna>. Acesso em: 23 maio 2019.

 

IGREJA ROMANA, foque nesta questão que vou abordar até o fim.

 

VIKINGS

Bom, voltando para frente na história, por volta dos anos 600 d.C., estudos apontam os VIKINGS (pode ser que seja anterior, considerando a distribuição de terras para os filhos de NOÉ).

Muita semelhança com os SUMÉRIOS (derivado de conhecimento e genética), até a embarcação e os desbravamentos, até mesmo rota marítima. Deixo um ponto de interrogação, que os estudiosos me apontem fonte.

Quero aqui deixar um ponto de interrogação (mais um). Alguns estudiosos, dizem que a era Viking durou apenas três séculos. É um curto período de um povo, mas que fizeram história, são lembrados mais que outros povos antigos. Lembrando que não foram extintos, mas convertidos ao cristianismo e imigraram para diversos países, sempre levando parte de sua cultura. Hoje já se admite que eles tiveram uma enorme contribuição na tecnologia marítima e na construção de cidades

 

Nesta época (apontada em escritas), a Igreja Romana, já tinha três ou quatro séculos de existência (pós Constantino).

Nem vou me alongar na história ROMANA, que não é meu interesse. Eles dominaram grande parte do mundo, apesar da queda do império, logo veio a Igreja, que ainda dita normas para boa parte do mundo (publicam só o que é do interesse). Através da Igreja Romana, só o que era conveniente foi salvo de escrita. Muitas foram destruídas, assim como algumas, estão a sete chaves no VATICANO (apenas um exemplo, sobre os Templários. A Igreja não abre os livros....). Quer dizer, mesmo com a queda do império, ROMA continuou influenciando o mundo (até hoje).

 

Então, tudo que lemos, excetos OS LIVROS INSPIRADOS POR DEUS e escrito pelos Profetas (O LIVRO SAGRADO), têm interesses reproduzidos. Por isto sempre alego ler sempre os dois lados de uma mesma história, assim como, tentar ler entrelinhas, ver a cabeça do autor na escrita, principalmente o INTERESSE.

Fácil este meu argumento, é só ver a história do Brasil. Está em livros, é ensinada em escolas.... Quando vemos as mentiras, por exemplo, a colonização da América do Sul (Brasil), em que Sumérios, Vikings e Templários estiveram aqui antes de Cabral...... Nem vou perder tempo em falar sobre Pedro I, a expulsão dos franceses e holandeses, guerra do Paraguai (uma mentira só). Como é fácil de perceber o “interesse”. Em cada ocasião, estava a igreja romana (Jesuítas).

 

Voltando no tempo (em que parei), acabei achando a ligação que faltava entre Vikings e Templários.

Os Vikings invadiram a Inglaterra (Reino Unido) e depois a França. Houve, portanto, uma mistura de povos, tanto na Inglaterra como França, teve reis e nobres Vikings.

Entre os anos 800 e 900, houve a aproximação dos Vikings e, por vez, reinado. Para a Igreja Romana, quem não era cristão, eram BÁRBAROS. Quase no primeiro milênio, os Vikings foram convertidos ao cristianismo.

 

TEMPLÁRIOS

Época do surgimento das cruzadas e dos Templários (por volta dos anos 1.100). Os Templários, surgiram com cavaleiros da cruzada e nobres, quando a igreja romana, permitiu o surgimento de uma nova ordem, a que defenderia o Templo de Salomão (daí a derivação TEMPLÁRIOS).

O seu fundador (HUGO DE PAYENS, foi casado com CATHERINE SAINT CLAIR (descendente de VIKINGS).

Os St. Clairs/Sinclairs são uma das mais intrigantes e notáveis famílias da história e foram importantes na Escócia e em França desde o século XI. (Curiosamente, o seu nome de família derivou do mártir escocês Saint-Clair, que foi decapitado.) Hugues e Catherine visitaram as terras dos St. Clair, próximas de Rosslyn, e fundaram ali o primeiro posto avançado da Ordem dos Cavaleiros Templário da Escócia, o qual se tomou o seu quartel-general.

 

Pronto, achei o elo....rsrsrsr. Eu estava curioso por semelhanças: EXCELENTES NAVEGADORES – CONSTRUTORES – FIZERAM A MESMA ROTA MARÍTIMA (em tempos diferentes), tanto América do Norte como América do Sul.

 

Jamais a Igreja Romana admitiria que o Novo Mundo não fosse desbravado por católicos romanos. Provoco quem esteja lendo, para buscar escritas sobre tudo que estou falando (SUMÉRIOS – VIKINGS e TEMPLÁRIO), tanto em escrita como na NET.

Tente colocar no Google sobre as semelhanças entre SUMÉRIOS – VIKINGS e TEMPLÁRIOS.

Eu costumo dividir (segundo minha ótica) a Europa. Germânica da Latina (ou LATRINA?), em especial Espanha e Portugal (Península Ibérica). Pois bem, a América do Sul, foi COLONIZADA pela Europa Latina. Agora, compare com os povos colonizados pela Europa Germânica...... É MUITA DIFERENÇA..... (EUA, CANADÁ, AUSTRALIA etc.).

 

Cabe aqui uma informação. Cristóvão Colombo era JUDEU. Só foi permitido a navegar, quando a igreja exigiu que ele se converte-se ao cristianismo.

 

Depende do que você considera como Roma. Para mim, Roma existiu de 753 a.C., data de sua fundação, até 1461, data da Queda de Trebizonda. Ou seja, Roma teve sim conflitos com os vikings, contudo não no período da Roma clássica (até +- 500 d.C.). Os bizantinos tiveram vários conflitos com os russos de Kiev, que eram vikings, que até sitiaram Constantinopla no século X. Com a conversão dos russos para o cristianismo ortodoxo, as relações se estreitaram e uma aliança foi forjada. O Imperador Basílio II Boulgaroktonos (976-1025) casou a sua irmã Anna Porphyrogennita ao Grão Príncipe de Kiev, Vladmir. Vladmir enviou oito mil soldados vikings a Constantinopla, para servir no exército bizantino. Basílio II, então, criou a Guarda Varanguiana (Varangue = viking), a elite do exército bizantino e os guarda-costas pessoal do imperador. Os soldados, todos vikings, eram tão valorizados no exército que os imperadores relutavam em mandá-los para batalha, não por causa de incompetência ou deslealdade, mas sim pelo medo de perdê-los. Os varangues foram decisivos na Batalha de Sírmio e na resistência bizantina na Sicília. Grande parte da Guarda se desintegrou depois da Quarta Cruzada (1204), mas alguns vikings continuaram servindo em Constantinopla pelo menos até 1400, os chamados Pelikiphoroi, descendentes gregos dos vikings que ainda usavam o típico machado nórdico. O famoso rei noruguês, Harald Hardraada, morto na Batalha de Stamford Bridge, em 1066 na Inglaterra, serviu na Guarda Varanguiana por um bom tempo. Veja o link da fonte para mais informações (em inglês. Acredite em mim, você NUNCA vai achar informações úteis sobre esse assunto em português):

 

Fonte(s): http://en.wikipedia.org/wiki/Rus'%E2%80%93Byzantin...

Fonte(s): http://wiki.answers.com/Q/Was_the_Roman_Empire_aff... http://pt.wikipedia.org/wiki/Vikings

 

 

Além da diferença (ENORME) cultural, vou pinçar apenas uma questão. O escravo africano nos EUA, se converteram ao cristianismo. O escravo africano latino (em especial o Brasil), “misturou” suas crenças e santos com a igreja romana (sincretismo). Quase a mesma coisa da origem da igreja romana (Constantino) que procurou agradar cristãos e romanos e “adaptou santos”, com deuses pagãos.

 

Como faço o papel do PAPAI NOEL, estudei e pesquisei, como também tenho 5 % de sangue FINLANDÊS, já escrevi sobre o assunto, mas informo aqui, também para justificar meus argumentos da IGREJA aceitar costumes e adaptar datas e santos. Quando eu falar: REUNIAM-SE NO DIA 25 DE DEZEMBRO... ENFEITAVAM PINHEIRINHOS..... TINHAM CABELOS E BARBAS BRANCAS.... TRENÓS... RENAS.... VESTIAM DE VERMELHO (caçadores)..... DE QUEM ESTOU FALANDO?

A VERDADEIRA ORIGEM DO PAPAI NOEL

https://www.magomerlin.blogdomoa.com/2018/12/a-verdadeira-origem-do-papai-noel.html

 

Pois é, de COSTUME VIKING, até a data 25 de dezembro. Baldur, o Deus da Luz e do Sol, da Mitologia Nórdica.

 

VIKING HISTÓRIA

 https://aminoapps.com/c/universomitologico/page/blog/quadro-historia-dos-vikings-02-etimologia/MQKb_E0QCkua12XljlRe0ze6oN70KD60jZ4#:~:text=Ad%C3%A3o%20de%20Bremen%2C%20historiador%20eclesi%C3%A1stico,germ%C3%A2nicos%5Dchamamos%20de%20Ashmen%22.

 A partir do final do século VIII até ao século XI

 Hoje já se admite que eles tiveram uma enorme contribuição na tecnologia marítima e na construção de cidades

 Os vikings a partir do século VII começaram a sair da Escandinávia, indo para as regiões próximas

 "homens do norte"

 Adão de Bremen, historiador eclesiástico germânico, afirmou, aproximadamente em 1075, que o termo viking era usado pelos próprios dinamarqueses. Ele escreve: "... Os piratas a quem eles [dinamarqueses] chamam de Vikings, mas nós [os germânicos] chamamos de Ashmen". Se a origem da palavra viking for escandinava deve ser relativa à vig (batalha), ou vik (riacho, enseada, fiorde ou baía). Se por outro lado, a palavra viking não for de origem escandinava, pode estar relacionada à palavra "acampamento" - do inglês antigo wic e do latim vicus.

 A terra natal dos vikings era a Noruega, Suécia e Dinamarca.

 Os vikings costumavam usar lanças (como o deus Odim) e machados e seus capacetes não possuíam chifres (como são apresentados). Viajavam em barcos rápidos chamados dracares, "dragão", por terem uma cabeça do mítico animal esculpida na frente. A velocidade desses barcos facilitava ataques surpresas e fugas quando necessário.

 As diversas nações vikings estabeleceram-se em várias zonas da Europa:

 Os dinamarqueses navegaram para o sul, em direção à Frísia, França e partes do sul da Inglaterra. Entre os anos 1013 e 1042, diversos reis vikings, como Canuto II da Dinamarca, chegaram mesmo a ocupar o trono inglês;[26]

 Em 865, o Grande Exército Pagão invadiu a Inglaterra. Eles controlaram boa parte da Inglaterra pelos dois séculos seguintes. Um dos últimos reis de toda a Inglaterra até 1066 foi Canuto, conhecido como "o Grande", que governava a Dinamarca e a Noruega simultaneamente.

 Em 871, uma outra grande esquadra navegou pelo rio Sena para atacar Paris. Eles cercaram a cidade por dois anos, até abandonarem o local com um grande pagamento em dinheiro e permissão para pilhar, desimpedidos, a parte oeste da França.

 Em 911, o rei da França elevou o chefe da Normandia a Duque em troca da conversão ao cristianismo e da interrupção das incursões. Do Ducado da Normandia veio uma série de notáveis guerreiros como Guilherme I, que conquistou a Inglaterra em 1066; Roberto de Altavila e família, que tomaram a Sicília dos árabes entre 1060 e 1091 e Balduíno I, rei cruzado de Jerusalém.

O período compreendido entre as primeiras invasões registradas na década de 790 até a conquista normanda da Inglaterra, em 1066, é conhecido como a era viking da história escandinava

  Curiosidade: Braceletes Vikings.

''Os dinamarqueses adoravam braceletes. Quanto mais braceletes um homem possuísse, mais era considerado, porque os braceletes eram resultado de sucesso. Ragnar tinha braceletes de prata e de ouro, braceletes esculpidos com dragões e braceletes incrustados com pedras brilhantes. Quando ele se movia era possível ouvir as peças fazendo barulho. Os braceletes podiam ser usados como dinheiro, se não houvesse moedas. Lembro-me de ter visto um dinamarquês tirar um bracelete e despedaçá-lo com um machado, depois oferecer a um mercador os pedaços, até que a balança mostrasse que ele havia pagado em prata suficiente.'' -Uhtred , O último Reino, Bernard Cornwell.

Vikings eram doidos por broches. Foi encontrada uma profusão deles nos túmulos dos chefes, todos em bronze, prata e ouro. Eram usados para segurar mantos e xales – alguns chegavam a pesar 1 kg. Colares e braceletes também faziam parte do traje cotidiano da classe alta e distinguiam ricos e pobres. Até dava para saber a conta bancária pelas joias. Funcionava assim, segundo um relato árabe feito em 920: a mulher cujo marido tinha 10 mil dirhams (a moeda de prata árabe) usava um colar de ouro maciço; e a cada 10 mil dirhams a mais, ganhava um novo colar, e assim por diante. Algumas mulheres tinham vários deles, com berloques com símbolos pagãos, como o martelo de Thor, um dos símbolos mais usados.

Fontes:

Livro - Bernard Cornwell, Crônicas Saxônicas

SUPER Vikings – A história real

ROMANOS X VIKINGS

O Império Romano do Ocidente não foi afetado pelas invasões vikings, porque a ascensão destes ao poder só veio a acontecer após a queda de Roma. Os romanos sempre estiveram muito atentos às movimentações dos Vikings, entretanto, e até mesmo utilizaram escandinavos no seu exército. Entre finais do século VIII e do século XI os Vikings pilharam, invadiram e colonizaram as costas da Escandinávia, Europa Setentrional e ilhas Britânicas, tendo chegado à Groelândia e à costa da América do Norte. Esse período de expansão desses povos é denominado de Era Viking. Embora sejam conhecidos principalmente por impor terror e causar grande destruição, eles também fundaram povoados e fizeram comércio pacificamente. A imagem histórica dos vikings mudou um pouco ao longo dos tempos, e hoje já admite-se que eles tiveram uma enorme contribuição na tecnologia marítima e na construção de cidades. O Império Romano do Oriente manteve um intenso relacionamento comercial com os Vikings.

 

Fonte(s): http://wiki.answers.com/Q/Was_the_Roman_Empire_aff... http://pt.wikipedia.org/wiki/Vikings

 

Esquecer os ancestrais é como ser um riacho sem nascente, uma árvore sem raízes. Provérbio Chinês.

 

“Consulte as gerações passadas e observe a experiência de nossos antepassados. Nós nascemos ontem e não sabemos nada. Nossos dias são como sombra no chão. Os nossos antepassados, no entanto, vão instruí-lo e falar a você com palavras tiradas da experiência deles”. (Jó 8,8-10).

"O que aprendemos com a história é que as pessoas não aprendem com a história." (Warren Buffett)

 

"Se queres prever o futuro, estuda o passado." (Confúcio)

 

QUEM NÃO DA VALOR AO PASSADO, NÃO COMPREENDE O PRESENTE E TORNA-SE INDIGNO DE VIVER O FUTURO".....  



COINCIDÊNCIA? 

BARCOS RÁPIDOS SEM CASCO/QUILHA/CALADO

SUMÉRIOS E VIKINGS

BONS NAVEGADORES

SUMÉRIOS, VIKINGS E TEMPLÁRIOS

BONS CONSTRUTORES

SUMÉRIOS, VIKINGS E TEMPLÁRIOS

DESBRAVADORES (estiveram na mesma rota marítima).

SUMÉRIOS, VIKINGS E TEMPLÁRIOS

EXCELENTES GUERREIROS

SUMÉRIOS, VIKINGS E TEMPLÁRIOS

PIRATAS (Estudar sobre JOLLY ROGER)

VIKINGS E TEMPLÁRIOS



Jolly Roger é nome dado às típicas bandeiras piratas, mais concretamente à típica bandeira cujo fundo é preto e tem uma caveira branca com dois ossos cruzados. Relação com os Cavaleiros Templários, pois estes usavam uma bandeira de fundo vermelho com tíbias cruzadas quando adaptaram a forma de vida pirata, depois de a sua ordem ter sido dissolvida em 1312, por suspeita de heresias, pelo Papa Clemente V.


Na mesma linha de pesquisa e COINCIDÊNCIAS, não posso deixar de lado (o meu apelido) o MAGO MERLIN. Ele realmente existiu, não como pessoa, mas como um cargo, equivalente a CONSELHEIRO DO REI (Britânico).

 

 


AGÊNCIA REGULADORAS.

 

Gostaria de saber para que serve.

Sugiro aos órgãos públicos, em especial Presidência da República e Ministério da Economia, que investiguem os órgãos.

Vejam NA NET, a LEGISLAÇÃO (burra, pois lei e justiça para mim, prevalece a LÓGICA), favorece as concessionárias e não aos usuários.

Então por que existir? Veja a economia que o governo teria, EXTINGUINDO-AS.

Um simples exemplo (mas acontece com todas), quanto a energia elétrica. A legislação DELES (até a ANEL corrobora, mencionando a lei que a concessionária tem um prazo para RESOLVER). Quero dizer, no caso de empresa (pequenas empresas), diante de um sinistro elétrico, a lei diz que eles têm tantos dias úteis (acho que cinco), para vir até o local. Depois mais tantos dias úteis para analisar e autorizar, mediante LAUDOS. Resumindo tudo isto, leva (sem sombra de dúvidas e sou prova com documentos), no mínimo 30 dias. Como pode um escritório ficar 30 sem trabalhar para resolver um sinistro? NÃO TEM LÓGICO ALGUMA.

Do que estou falando (infelizmente tenho que falar do que tenho em mãos (documentos e arquivos), mas serve para a população e empresas em geral em todo o Brasil).

Bom, como não pode ser uma crítica sem ser CONSTRUTIVA, eu sugiro que todos os órgãos REGULADORES, tenham acesso ao foco e não apenas nas informações das concessionárias. Por exemplo (da energia elétrica), terem acesso de quantos apagões durante o mês, mas não por informação da CONCESSIONÁRIA[M1] .

Investiguem... vão chegar à conclusão que seria UMA ECONÔMIA EXINTINGUIR ESTES ÓRGÃO REGULADORES, ou que eles INVISTAM para saber da real situação, para defender o CONSUMIDOR.

 Matéria que publiquei em janeiro/2018:

No artigo 210 da ANEEL (Resolução Normativa ANEEL Nº 414 DE 09/09/2010), diz que a concessionária poderá se eximir-se do ressarcimento quando o consumidor providenciar, por sua conta e risco, a reparação do(s) equipamento(s), sem aguardar o término do prazo de inspeção de 10 (dez) dias corridos, contados a partir da data do protocolo de solicitação.

 

1 º - Estamos falando de Pessoa Jurídica, em especial prestadores de serviço (contabilidade).

 

2º - A Concessionária (para não generalizar, tenho que falar do que está próximo... A COPEL), tem 10 dias para inspecionar. Em meu caso, sempre usaram o último dia (dos 10) e até passaram (13 dias).

 

3º - Depois da inspeção, usando de toda burocracia, laudos, tomada de preços, por experiência (já vivi várias vezes o problema), chega a 30 dias.

 

4º - Ora, a LEGISLAÇÃO, segundo minha ótica, deve ser COERENTE, tem que ter LÓGICA. Não entra na minha cabeça que uma PJ prestadora de serviços, fique com os serviços parados por 30 dias. É algo inconcebível.

MOACYR LUIZ DA SILVA.

 

Obs: Cansado de GOLPES, não vou me identificar, sabem a fonte de como entrar em contato comigo (até por telefone tenho meus receios).


 [M1]

GOLPE EM IDOSOS COM EMPRÉSTIMOS CONSIGNÁVEIS E VIOLAÇÃO DE DADOS CONFIDENCIAIS.

 

Como levar a sério a lei que entrou em vigor em agosto de 2020, a LGPD- LEI GERAL DE PROTEÇÃO DE DADOS – Lei 13.709 de 14/08/2018?

Sou aposentado pela previdência, para eu ter acesso ao meu cadastro (MEU INSS), tenho que ter senha ou certificado digital.

Como pode BANCOS terem acesso, pior ainda, os bancos passarem para empresas terceirizadas (que ligam dizendo ser do Banco e não de representante) aos meus dados.

Estou falando em meu caso para dar exemplo. Eu sei lidar bem com a NET, fico imaginando um idoso aposentado, que não entende de NET. Acho que o prejuízo para nós aposentados é ENORME e ficamos desassistidos (neste caso).

Falando por mim, posso mostrar arquivos de quantos bancos (dizendo ser de bancos, mas na verdade são representantes) ligam para ofertar empréstimos. O pior, que existem bancos que fazem empréstimos sem ao menos perguntar. Daí vem o GOLPE (prejuízo para IDOSOS, carentes e vulneráveis), quando é para devolver o dinheiro não solicitado, vai para conta de terceiros.

Alguns links para dar uma ideia:

RECLAME AQUI: https://www.reclameaqui.com.br/busca/?q=EMPR%C3%89STIMO%20CONSIGN%C3%81VEL%20PREVID%C3%8ANCIA

 

BANCOS:

https://www.facebook.com/Banco-FICSA-404339922982702

 

YOUTUBE – Vários casos:

https://www.youtube.com/results?search_query=GOLPE+EMPR%C3%89STIMO+CONSIGN%C3%81VEL

 

 

Peço encarecidamente que órgãos fiscalizadores, Ministério Público e até a Polícia Federal, investigue (sem morosidade, com responsabilidade, demonstrando preocupação como nossos idosos). O Procon do Paraná já comentou sobre exatamente deste problema, golpes com idosos, boletos faltos, etc. Como todos os dias acontece, não vejo a atuação dos órgãos fiscalizadores e repressivos se manifestarem (não sabemos se estão fazendo alguma coisa ou não, mas pelo histórico, já vem de longa data e nada se resolve).

Apelo mais uma vez, pela LGPD e pela lei do IDOSO, em nome de todos os aposentados. Proíbam Bancos de terem acesso aos nossos dados (LGPD), também investiguem como nossas informações são vasadas (desde a ponta/início, detentores de nossos dados).

É um pedido de SOCORRO!

Receoso com tanta vulnerabilidade, não vou passar meus dados, fica o registro para que INVESTIGUEM, caso queiram falar comigo, só pessoalmente (a NET e TELEFONE já observei que não é SEGURO). Deixo meu nome e a via para entrar em contato (através do formulário ou via que estou enviando esta reclamação).

 

MOACYR LUIZ DA SILVA


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